Como cristãos, podemos ajudar outras pessoas (e, as vezes, a nós mesmos) prestando atenção nesses passos:

  1. A causa da nossa dor precisa ser aceita como uma realidade. Existe uma tendência interessante na mente humana: fechamos as nossas portas mentais para as coisas das quais não gostamos, esperando que, assim, elas desapareçam de algum modo. Se você deseja processar a dor e o sofrimento, o primeiro passo é aceitá-los como realidade.
  2. O segundo passo no “processo de luto”é a disposição de realmente sofrer a dor e a perda. Ninguém gosta de sofrer. Evitar a dor é um instinto humano. No entanto, se quisermos avançar em direção à cura interior, temos que estar dispostos a andar pelo vale da sombra da morte, como diz o Salmo 23:4. Precisamos confrontar e expressar a dor.
  3. Se você deseja processar sua dor, precisa se reintegrar na vida. Se o seu cônjuge ou filho faleceu, você pode querer voltar aos lugares familiares que vocês visitaram juntos. Não é saudável viver tentando evitar tudo o que possa lembrá-lo do seu ente querido. Caminhar na mesma praia que vocês sempre caminharam juntos pode ser uma experiência dolorosa, mas também o início de algo novo. Às vezes, passamos tanto tempo traçando cuidadosamente nossas lembranças e enchendo nossa vida com elas que não há espaço para uma vida nova. As lembranças são boas e importantes, mas a vida continua. E ela não deve ser um museu empoeirado de fotografias da pessoa falecida.
  4. O último passo é dizer adeus a seu ente querido. Seja ele o cônjuge falecido, o feto perdido ou o animal de estimação que morreu – a dor da perda ocorre em todos os níveis. Mas temos que chegar ao ponto em que conscientemente dizemos: “Adeus”.vencendo-o-luto-1