De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos Seus discípulos lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos. Lucas 11:1

Você se lembra de alguma semana de oração que se tornou um ponto de virada especial em sua vida? As semanas de oração modernas costumam ser períodos de reavivamento espiritual, cujo objetivo é fortalecer o relaciona-mento das pessoas com Deus. Entretanto, as primeiras semanas de oração adventistas tinham a intenção tanto de aprofundar a conversão quanto de estimular a generosidade. Podiam até ser chamadas de semanas de mordomia.

Por volta da metade da década de 1880, a Igreja Adventista estava crescendo de forma significativa, mas os membros não eram generosos o bastante para apoiar financeiramente a missão da igreja em expansão. Muitas Associações locais tinham dívidas; a obra missionária urbana carecia de recursos e trabalhadores; a Sociedade Internacional Missionária e de Tratados estava sem fundos; as missões estrangeiras tinham grandes débitos com a Review and Herald; e todas as escolas adventistas estavam deficitárias, mas necessitavam de instalações maiores. Como seria possível reverter essa condição desafiadora?

No domingo 6 de dezembro de 1885, a assembleia da Associação Geral separou o período de 25 de dezembro de 1885 a 2 de janeiro de 1886 para ser a primeira “semana de oração” adventista. Os delegados daquela sessão fizeram o apelo para que “todos os presidentes de Associação e pastores de igreja [dessem] imediata e fiel atenção a esse assunto, para que toda igreja e, tanto quanto possível, cada indivíduo [recebessem] informações quanto à natureza e ao objetivo dessa semana de oração. E que todos se [unissem] em humilhação perante Deus, suplicando uma conversão mais profunda, para que sua bênção [permanecesse] sobre a obra iniciada, para que [abrisse] o coração daqueles que [tinham] recursos a fim de usarem o talento que o Senhor lhes [dera] para enviar a mensagem às nações da terra, reunindo a partir delas um povo para Seu nome”.

Com frequência, nossas orações se tornam muito centradas em nós mesmos, preocupadas apenas com as próprias necessidades e aflições. Quem sabe até oremos pelas necessidades dos outros, mas não os ajudamos. Podemos interceder pela pregação do evangelho ao redor do mundo, mas não a apoiamos com nossos recursos. Além de pedir por esse e por muitos outros projetos, também devemos sustentar a missão da igreja com nossa influência pessoal e com nossos bens. – Alberto Timm, Um dia inesquecível, MM 2018, CPB

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