Emerson M.

Cobrir a guerra do Afeganistão proporcionou alguns dos melhores relatos da carreira do jornalista Paul Asher (David Strathairn), mas causou impactos profundos em sua vida. Atormentado pela falta de esperança e um casamento prestes a acabar, devido a traição da esposa, e de já não terrem um diálogo como no começo do casamento, Paul se ve diante do maior desafio de sua vida profissional: uma entrevista com um homem misterioso que diz ser Deus (Brenton Thwaites).

Achei muito interessante a ideia do autor do filme, pois, creio que todos nós gostariamos de ter uma entrevista com Deus, não para questionar a maneira como Ele faz as coisas, mas para entender melhor o conteúdo de Sua Palavra, e como colocar em prática os Seus ensinamentos, mesmo sendo pressionados pelo inimigo a todo instante.

Os encontros para as entrevistas ocorrem em alguns lugares que trazem a lembrança de Paul a sua infância: numa praça com mesas e bancos, e um jogo de xadrez na mesa, que o faz relembrar de que seu pai sempre o levava a esse local. Depois em um teatro, onde sua mãe trabalhou. Mesmo assim ele não percebeu as dicas de Deus para provar que Ele o conhecia muito bem, mas Paul, talvez por ter menos intimidade com Deus, ou por não conseguir acreditar que Deus o atenderia de forma tão pessoal.

Fez algumas perguntas para Deus sobre alguns temas que incomodam o coração de muita gente, mas Deus sempre o remetia para o “Está Escrito” em Sua Palavra. Realmente não seria nada facil essa entrevista, pois tudo está escrito na Bíblia, e a nossa dificuldade é entender o que Deus queria dizer com Suas Palavras.

Me pareceu um pouco parado o filme, e os diálogos poderiam ser mais explorados. Alguns argumentos apresentados por “Deus”, não batem com o entendimento que eu tenho da Bíblia. Mesmo assim, recomendo, e acho que pode ser muito útil para os que assistirem ao filme.

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