Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste. Salmo 51:8
É verdade que Deus nos ama, que Ele está trabalhando para a nossa felicidade, e que, se Sua lei tivesse sempre sido obedecida, jamais teríamos conhecido o sofrimento; não menos verdade é que, neste mundo, como resultado do pecado, sobrevêm à nossa vida sofrimentos, perturbações e fardos. […] Este mundo não é um desfile militar, mas sim um campo de batalha. Todos são chamados a suportar aflições como bons soldados. […]
O verdadeiro meio de lidar com as provações não é procurar escapar delas, mas transformá-las. Isso se aplica a toda disciplina, tanto a da infância quanto a posterior. A negligência dos primeiros ensinos à criança e o consequente fortalecimento das más tendências tornam sua educação posterior mais difícil […]. É difícil para a natureza pecaminosa contrariar os desejos e as tendências naturais; mas essas dificuldades devem ser deixadas de lado na perspectiva de uma alegria maior (Ed, p. 209 [295]).
Nossas tristezas não brotam da terra. Deus “não aflige nem entristece de bom grado os filhos dos homens” (Lm 3:33). Quando permite que nos sobrevenham provações e aflições, é “para o nosso próprio bem, a fim de sermos participantes da Sua santidade” (Hb 12:10).
Se recebida com fé, a provação que parece tão amarga e difícil de suportar se provará uma bênção. O golpe cruel que desfaz as alegrias se tornará o meio de nos fazer volver os olhos para o Céu. Quantos há que jamais teriam conhecido a Jesus se a tristeza não os houvesse levado a buscar Dele o conforto! (MDC, p. 12, 13 [10]).
“Graças Te dou, ó Senhor, porque, ainda que Te iraste contra mim, a Tua ira se retirou, e Tu me consolas” (Is 12:1). EGWhite, MM 2026, p.114
Eu sou o seu Alipio de Almeida, nasci em 1951, estou casado desde 1974.
Sou pai de 3 filhos queridos, e bem casados e já tenho 6 netos, que amo muito.
Administrador de empresas e analista de sistemas, aposentado.
Proprietário orgulhoso de um Logan 1.6 2009.
Aguardando ansiosamente pela volta de Jesus.