Eu sou o Senhor e não mudo. Por isso vocês ainda não foram destruídos. Malaquias 3:6

Em Malaquias 3, Deus fala sobre o dia futuro de julgamento, e o destino daqueles que não Lhe são fiéis. Faz um apelo ao arrependimento, afirmando que Ele não muda. Também fala sobre o roubo contra o Senhor que o povo está praticando ao não devolver os dízimos e ofertas que Lhe são devidos. Ele promete misericórdia para os que forem fiéis.

O futuro julgamento (v.1-5):

“Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim. De repente, o Senhor, a quem vocês buscam, virá ao seu templo; e o mensageiro da aliança, a quem vocês desejam, eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros.

“Ele se assentará como refinador da prata. Purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata. E eles trarão ao Senhor as ofertas justas. Então a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao Senhor, como nos dias da antiguidade e como nos primeiros anos. Virei até vocês para juízo. Terei pressa em testemunhar contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que oprimem os trabalhadores, as viúvas e os órfãos, torcem o direito dos estrangeiros, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos”.

Chamado ao arrependimento (v.6-15):

“Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vocês, filhos de Jacó, não foram destruídos. Desde os dias dos seus pais, vocês se afastaram dos meus estatutos e não os guardaram. Voltem para mim, e eu voltarei para vocês, diz o Senhor dos Exércitos. Mas vocês perguntam: “Como havemos de voltar? Será que alguém pode roubar a Deus? Mas vocês estão me roubando e ainda perguntam: “Em que te roubamos?” Nos dízimos e nas ofertas.

“Com maldição vocês são amaldiçoados, porque estão me roubando, vocês, a nação toda. Tragam todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa. Ponham-me à prova nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não lhes abrir as janelas do céu e não derramar sobre vocês bênção sem medida. Por causa de vocês, repreenderei o devorador, para que não consuma os produtos da terra, e não deixarei que as suas videiras nos campos fiquem sem frutos, diz o Senhor dos Exércitos. Todas as nações dirão que vocês são felizes, porque vocês serão uma terra de delícias, diz o Senhor dos Exércitos.

“Vocês disseram palavras duras contra mim, diz o Senhor, e ainda perguntam: “O que falamos contra ti?” Vocês dizem: “É inútil servir a Deus. De que nos adianta guardar os seus preceitos e andar de luto diante do Senhor dos Exércitos? Agora, pois, nós vamos dizer que os soberbos é que são felizes. Também os que praticam o mal prosperam; sim, eles tentam o Senhor e escapam.”

Promessa de misericórdia (v.16-18):

Então os que temiam o Senhor falavam uns aos outros. O Senhor escutou com atenção o que diziam. Havia um memorial escrito diante dele para os que temem o Senhor e para os que se lembram do seu nome. “Eles serão a minha propriedade peculiar, naquele dia que prepararei, diz o Senhor dos Exércitos. Eu os pouparei como um homem poupa seu filho que o serve. Então vocês verão mais uma vez a diferença entre o justo e o ímpio, entre o que serve a Deus e o que não o serve.

Deus promete ajustes de contas com os feiticeiros, adúlteros, mentirosos, os que roubam seus funcionários, os que oprimem as viúvas e os órfãos, que perseguem os estrangeiros. Também chama atenção dos que não são fiéis na devolução dos dízimos e ofertas, fazendo um apelo para que se arrependam e promete misericórdia aos que lhe forem fiéis. Aceitemos o convite de Deus enquanto ainda há tempo.

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