A bênção do Senhor enriquece, e Ele não acrescenta nenhum desgosto a ela.
No meio da prosperidade ronda o perigo. Ao longo dos séculos, riquezas e honra sempre vieram acompanhadas de perigo para a humildade e espiritualidade. Não é o copo vazio que se torna difícil de ser transportado; é o copo cheio que precisa ser cuidadosamente equilibrado para ser conduzido. A aflição e adversidade podem causar tristeza, mas é a prosperidade que representa maior perigo para a vida espiritual. A menos que o ser humano esteja em constante submissão à vontade de Deus, a menos que seja santificado pela verdade, a prosperidade fará que ressurja a inclinação natural para a presunção. […]
Sempre que a ambição e o orgulho são tolerados, a vida é maculada; pois o orgulho, não sentindo necessidade, fecha o coração para as bênçãos infinitas do Céu. Aquele que faz da glorificação de si mesmo seu objetivo estará destituído da graça de Deus, por cuja eficiência as verdadeiras riquezas e a mais satisfatória alegria são conquistadas. Mas o que tudo entrega e tudo faz por Cristo conhecerá o cumprimento da promessa: “A bênção do Senhor enriquece, e, com ela, Ele não traz desgosto” (Pv 10:22). Com o gentil toque da graça, o Salvador expulsa da alma a inquieta e não santificada ambição, mudando a hostilidade em amor e a incredulidade em confiança. Quando Ele Se dirige à pessoa, dizendo: “Siga-Me!” (Mt 9:9), o encanto do mundo é quebrado. Ao som de Sua voz, o espírito de avareza e ambição sai do coração, e o indivíduo fica livre para segui-Lo (PR, p. 33).
“O Senhor empobrece alguns e enriquece outros; humilha e também exalta” (1Sm 2:7, NVT). EGWhite, MM 2026, p.126
Eu sou o seu Alipio de Almeida, nasci em 1951, estou casado desde 1974.
Sou pai de 3 filhos queridos, e bem casados e já tenho 6 netos, que amo muito.
Administrador de empresas e analista de sistemas, aposentado.
Proprietário orgulhoso de um Logan 1.6 2009.
Aguardando ansiosamente pela volta de Jesus.