A Festa de Purim jamais deixaria de ser celebada pelos judeus, nem a lembrança do que havia acontecido se apagaria entre seus descendentes.   – Ester 9:28

Em Ester 9, no dia 7 de março, no dia apontado para a destruição do povo judeu,  eles,  “nas suas cidade, em todas as províncias do rei Assuero, se ajuntaram para pôr as mãos naqueles que procuravam o seu mal; e nenhum podia resistir-lhes, porque o seu terror caiu sobre todos aqueles povos”. Anjos magníficos em poder tinham sido comissionados por Deus para proteger Seu povo, enquanto eles se punham “em defesa de sua vida”. Todos os governantes auxiliavam os judeus, porque tinha caído sobre eles o temor de Mardoqueu. Ele era grande na casa do rei, e a sua fama crescia por todas as províncias; pois ele ia se tornando mais e mais poderoso (v.1-4).

Os judeus, no dia designado, mataram, em Susã, 500 opositores, além dos 10 filhos de Hamã, que foram mortos e enforcados, e nas demais províncias, foram mortos 75.000 inimigos do povo judeu. Interessante que a ordem de Hamã era para que os inimigos se apoderassem de todos os bens dos judeus que fossem mortos, e agora, o povo judeu, não tocou nos despojos de seus inimigos. Ester voltou à presença do rei para que permitisse que mais um dia fosse acrescido nesse direito de o povo judeu se defender em Susã, e o rei concordou assinando um novo decreto. Foram mortos mais 300 inimigos do povo judeu (v.5-15).

Então o povo judeu se reuniu para comemorar o grande livramento que Deus lhes proporcionara, e instituíram a festa do Purim (tirar sorte). Talvez a utilização do plural seja em função de a festa durar dois dias. Foram dias de banquete, alegria e de festa e de mandarem porções dos banquetes uns aos outros. Estes dias deveriam ser lembrados e comemorados pelas próximas gerações, e para tanto, Ester e Mardoqueu escreveram outra carta, com toda a autoridade, estabelecendo a Festa de Purim (v.16-32).

Todo o povo judeu deveria relembrar o grande livramento proporcionado por Deus, e esta festa ainda é comemorada por eles. Esse é o nosso grande Deus, sempre atento as nossas necessidades, e trazendo-nos o livramento no momento oportuno.

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