Tendo dito isso, ajoelhou-se com todos eles e orou. Todos choraram muito e, abraçando-o, o beijavam. O que mais os entristeceu foi a declaração de que nunca mais veriam a sua face. Então o acompanharam até o navio. Atos 20:36-38, NVI

Você já ouviu a história de uma ilha inteira que se tornou adventista do sétimo dia? Como os habitantes da remota ilha Pitcairn, no sul do Pacífico, aceitaram a mensagem adventista? Em 1876, Tiago White e John H. Loughborough enviaram uma caixa de literatura adventista do sétimo dia para a ilha Pitcairn. Dez anos depois (1886), John I. Tay foi até lá por conta própria e pregou a mensagem adventista. Todos os 110 habitantes da ilha, inclusive as crianças, aceitaram a mensagem; por isso, Tay pediu a um pastor da igreja que fosse até lá a fim de organizar uma igreja.

Na assembleia da Associação Geral de 1889, a igreja decidiu construir um navio missionário para trabalhar em meio às ilhas do sul do Pacífico. As escolas sabatinas dos Estados Unidos, tanto as classes de adultos quanto as infantis, contribuíram com ofertas para esse projeto. O veleiro Pitcairn foi dedicado no dia 25 de setembro de 1890 e partiu de San Francisco, Califórnia, em 20 de outubro de 1890, levando a bordo um grupo de adventistas missionários. Após 36 dias no mar, eles finalmente chegaram à ilha Pitcairn. Batizaram 82 nativos e organizaram a igreja e a escola sabatina. Depois de passar várias semanas na ilha, o navio prosseguiu para outras ilhas.

O projeto missionário Pitcairn deu início a uma era de grande interesse pelas missões estrangeiras e apoio a elas. Em 1889, Ellen White apelou: “Meu espírito se comove dentro de mim ao vir de todas as direções o grito macedônico de cidades e vilas de nossa própria terra, de além do Atlântico e do vasto Pacífico e das ilhas do mar: ‘Passa… e ajuda-nos’ (Atos 16:9). Irmãos e irmãs, responderão vocês a esse clamor, dizendo: ‘Faremos tudo ao nosso alcance, tanto em enviar missionários como em dar dinheiro’” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 5, p. 732).

Nosso coração deveria bater em prol dos campos missionários, nos quais as pessoas necessitam ser alcançadas pela mensagem adventista. A missão é o motivo para nossa existência como igreja. Devemos apoiar com orações e recursos financeiros não só a igreja local, mas também a missão global da igreja. – Alberto Timm, Um dia inesquecível, MM 2018, CPB

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