DEUTERONÔMIO 8 – CHAMADO PARA OBEDECER

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Permitiu que tivessem fome. Em seguida, Ele os sustentou com maná, um alimento que nem vocês nem seus antepassados conheciam, a fim de lhes ensinar que as pessoas não vivem só de pão, mas de toda palava que vem da boca do Senhor. Deuteronômio 8:3

Em Deuteronômio 8, Moisés apela em favor da dependência de Deus. Até ali, a dependência do Senhor havia sido crucial para os israelitas, seja quanto aos suprimentos de água, aos animais peçonhentos ou ao alimento. Foram 40 anos de jornada, em que “suas roupas não se gastaram e seus pés não incharam nem criaram bolhas” (v.1-5). Rodeados de fartura e prosperidade, eles seriam tentados a crer que não precisavam mais de Deus, que poderiam adquirir riquezas com sua força (v.11-17).

Moisés quebra esse raciocínio, provando que a atuação divina havia sido tão fundamental para a sobrevivência no deserto quanto seria na Terra da Promessa. O Senhor lhes dava força para adquirir riquezas (v.18). Sem esse senso de dependência, os israelitas finalmente pereceriam (v.19-20).

No deserto, Deus não se antecipou à fome e à sede dos israelitas. Permitiu que sofressem por alguns instantes “para saber o que estava no seu coração” (v.2). Deus conhece os pensamentos humanos e o futuro. Porém, os testes serviram para que o povo descobrisse que “não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor viverá o homem” (v.3). Se o teste do deserto fosse uma prova escolar, o verso e seria a resposta certa, e foi com essa resposta que Jesus foi aprovado em Seu agonizante teste no deserto (Mateus 4:4).

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