Em setembro, a deputada Gabriele Pauli, da Alemanha, propôs nova lei segundo a qual casamentos valeriam por apenas sete anos e teriam  que ser renovados depois desse período. A deputada disse que depois de sete anos os cônjuges poderiam renovar os votos do casamento por mais tempo. Segundo Pauli, a medida evitaria os altos custos de uma separação. Na Alemanha, quase a metade dos casamentos acaba em divórcio, o que não é muito diferente aqui no Brasil.

A proposta da deputada ilustra bem a maneira como muita gente encara o matrimônio em nossos dias: como um simples contrato que pode ser desfeito a qualquer momento.

Para fazer frente a essa tendência, a World Wide Pictures pruduziu “A Vow to Cherish” (traduzido como “Compromisso Perfeito”), a comovente história de uma família que, de repente, tem que encarar o drama do Mal de Alzheimer. Seria o voto matrimonial suficiente para manter unidos John e Ellen Brighton, um casal de meia idade, mesmo em meio aos problemas profissionais e familiares que surgem no decorrer da trama?

Phil Brighton, irmão e sócio de John, diferente do irmão, não leva a vida e os relacionamentos a sério e serve de contraponto às virtudes de John. A vida de ambos ilustra o contraste que há entre aqueles que lutam para manter um casamento feliz e abençoado e os que vivem de relações descartáveis. Onde está a verdadeira realização?

O elenco inclui Bárbara Babcock (“Um Sonho Distante”), Ossie Davis (“Dr. Dolittle”) e Donna Bullock (“Força Aérea Um”), entre outros bons atores.

Um ótimo filme para se ver em família. Assisti e recomendo. Os comentários acima são de autoria de Michaelson Borges.

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Alipio de Almeida, 57 anos, casado desde 1974. Agora, em 2016, estou com 65 anos. Pai de 3 filhos queridos, e bem casados, já tenho 5 netos, mais uma a caminho, e tenho um cachorro doidão, o Freud. Administrador de empresas e analista de sistemas, aposentado. Proprietario orgulhoso de um Logan 1.6 2009. Aguardando ansiosamente pela volta de Jesus.